Esculturas públicas (1910-1960)

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Vigo: Esculturas públicas (1910-1960)

Iniciado no século XX inicia-se uma separación de rígido academicismo, tanto na escultura como na arquitectura. Francisco Asorey será dos primeiros em renovadores fusionando os estilos europeus com o granito galego e os estilos de tradición galego do Románico e Barroco.

Incorporar-seá a cada vez más o busto sobre as figuras completas. O material empregado, bronze, mármol ou pedra, dependerá do orçamento disponível. Na etapa franquista (1939-1975) os monumentos será sufragados pelas Prefeituras pelo que será más atraente o monumento de baixo preço.

Aparecem a cada vez más escultores com temática popular, como é o caso de Nogueira, Piñeiro ou Vilar. Ao final desta épouca aparece na Galiza um grupo jóvenes escultores com novos ares como: Buciñvos ou Xuxo Vázquez.

Monumento a Curros Enríquez (1910)

Executado pelo escultor, pintor e ceramista Lorenzo Coullat Valera (1876-1932). Autodidacta com uma prolífica e premiada obra em toda España como o monumento a Cervantes, aos Marqueses de Linares, ou de Pereda em Santander, a Bécquer em Sevilla, etc.

Esta escultura, em mármol branco, se instaló inicialmente na Alameda o 24 de outubro de 1910 para passar posteriormente a seu situación actual no parque do Castro.

Monumento ao Marqués de Alcedo, Fernando Quiñones de Lheón (1926)

Monumento do artista Santiago Rodríguez Bonome (1901). Percebe-se no busto de bronze os cortes oblicuos e agudos característicos da talha em madeira de Bonome, así como um marcado carácter expresionista que lhe contribuem à obra um estilo moderno para essa épouca.

Fernando Quiñónes de Lheón, Marqués de Alcedo, domó à cidade de Vigo o Pazo de Castrelos así como os jardins que hoje se conhecem como parque de Quiñones ou Castrelos.

Monumento ao Pescador (1956)

É o primeiro monumento publico do escultor Alfonso Vilar Lamelas. Mede 12 metros de altura e está dedicado ao os homens do mar. No alto um pescador com um grande remo e um traje de águas. E na base uma mulher, com um nemñou, que sustenta uma cesta com pescado.

Bibliografía: